Bom dia | Tietê, 19 de dezembro de 2014


15  3285.9300
Rua Tenente Gelás, 888 • Centro | como chegar
  
     Valor    

Tietê

Deixe-se levar pela fascinante arquitetura da “Cidade Jardim”

Passear ou caminhar pelas ruas de Tietê é se deixar levar pelo clima tranqüilo e se surpreender com a bela arquitetura da cidade. São inúmeros casarões da época do Brasil Império ou de quando os bandeirantes desbravavam os sertões em busca de ouro.

Na praça dr. J.A. Correia, por exemplo, é a confirmação de que tradição e arquitetura caminham juntas em solo tieteense.
A maior parte dos casarões está preservada e encantando visitantes e moradores. Afinal, os casarios, datados dos séculos 17 e 18, revelam traços não só da história do município, mas também do Estado de São Paulo e do país.

Neste conjunto de casarios, tem até uma residência que serviu para abrigar o imperador do Brasil, Dom Pedro II, que esteve em passagem pela cidade.

Além disso, visitar os casarões da rua do Comércio é presenciar uma verdadeira aula de história e contemplar casos curiosos. No prédio onde hoje funciona uma escola particular já foi um armazém, onde se formavam enormes filas às madrugadas, na época da Segunda Guerra Mundial, para se comprar um filão de pão.

Para se ter ideia, antigamente, a arquitetura utilizava técnicas da taipa-de-pilão e pau-a-pique, de construção rápida. Para isso, usava-se barro e madeira, que eram materiais abundantes.

Logo depois, adotou-se a alvenaria de tijolos de adobe para levantar paredes, que permitiam a construção de estruturas maiores e a inclusão de madeiramento para pisos e tetos. Vale lembrar que as telhas de barro, inicialmente, eram utilizadas nos edifícios mais ricos, antes de se tornar popular.
Na arquitetura colonial, por exemplo, há outras curiosidades como as residências terem apenas um pavimento, enquanto as mais nobres tinham segundo pavimento, chamados de sobrados A cantaria de pedra, quando existente, se limitava às esquinas da casa. O piso térreo tinha chão de terra batida, enquanto os demais pavimentos tinham pisos de madeira. O térreo era utilizado para atividades comerciais, depósito, cocheiras e aposentos de escravos, tendo também um corredor que levava ao quintal nos fundos e escada que levava ao piso superior. O segundo pavimento era dedicado à habitação. Este se organizava com um grande salão que dava para a rua, do qual saía um corredor que tinha de cada lado pequenos quartos sem aberturas ao exterior.Os pavimentos nobres podiam ter sacadas com gradis de ferro trabalhado. As janelas superiores também podiam ser cobertas com treliças de madeira, enquanto que as janelas de vidro só passaram a ser comuns no final do século 18. Os telhados eram de duas ou quatro águas com beiral, às vezes, com alguma ornamentação discreta, como suave curvatura e telhas em bico nos cantos do telhado.
Residências mais recentes, da década de 40, 50 e 60, também são vistas pelo município, com características peculiares da época em que foram construídas.

Hoje, a cidade de Tietê também tem apresentado rápido crescimento vertical, através de empreendimentos imobiliários que estão contribuindo para o progresso do seu povo e para uma nova realidade.




Tietê, cidade encantadora (e apaixonante)!


Os primeiros a se fixarem, e também a se encantarem, com as terras onde, hoje, é o município de Tietê, foram os índios tupis, que residiam em suas ocas feitas de palhas.
Não demorou muito para que bandeirantes e portugueses, que exploravam os sertões paulistas, no século XVI, ficassem maravilhados com a terra de solo fértil e promissora. Tendo o Rio Tietê, com suas águas profundas e majestosas, como ponto de referência.
As residências dos portugueses estavam localizadas na embocadura do Ribeirão da Serra, próximo à rua do Pito Aceso, que tinha esse nome devido ao costume de muitos “pitar” com seus cachimbos de barro no local.
Terra de lendas e mitos, a então de Pirapora do Curuçá, como era conhecida, fascinava aventureiros pela história de que, na margem esquerda do rio, havia uma pedra com uma cruz talhada, a qual os indígenas chamavam de curuçú-guaçu (cruz). Comentava-se que naquela pedra havia um tesouro incalculável. Mesmo sem saber se tal tesouro foi descoberto ou não, o vilarejo crescia e prosperava.
Com um povo trabalhador e dinâmico, em 3 de agosto de 1811, Pirapora do Curuçá foi elevada à condição de Freguesia da Santíssima Trindade de Pirapora do Curuçá.
No entanto, o destino reserva algo mais. Por isso, em 8 de março de 1842, a então freguesia recebeu o status de município quando, em 1867, outra página havia sido virada na história: nascia um das cidades mais belas do Estado de São Paulo, Tietê.
Os primeiros a se fixarem, e também a se encantarem, com as terras onde, hoje, é o município de Tietê, foram os índios tupis, que residiam em suas ocas feitas de palhas.
Terras de poetas, músicos e compositores, logo, o município recebeu grande número de imigrantes italianos, portugueses e do Oriente Médio. Gente dedicada à agricultura, ao comércio e de empenho, que colaborou para exaltar ainda mais seu nome.
Com culturas tão distintas, somou-se à indígena e à africana, sempre marcadas pela tradição e religiosidade. O que dizer da Umbigada? Uma dança afro-brasileira trazida pelos escravos. Por muito tempo, a cidade foi referência neste ritmo envolvente, que ganhou esse nome porque escravos usavam roupas curtas e ficavam de umbigos de fora.
Outro exemplo é a centenária Festa do Divino Espírito Santo, realizada em dezembro e que leva inúmeros moradores e visitantes às margens do Rio Tietê, enfeitadas com fitas coloridas e que balançam ao suave vento daquele mês.
Amada por muitos artistas, a cidade cativou o cronista Ignácio de Loyola Brandão, do jornal O Estado de São Paulo, que se apaixonou pela arquitetura do lugar e seus habitantes-amigos.
Tietê se destaca também pela qualidade de vida de sua população, pois possui baixo índice de mortalidade infantil (7,58%) e de analfabetismo (4,85%).
A “Cidade Jardim”, com também é conhecida, por ter um das mais belas praças da América Latina, é hospitaleira e recebe pessoas de todos os cantos.
A cidade não enfrenta problemas de favelização e ainda observa um crescimento vertical e de empreendimentos que aqui se instalam e contribuem com seu povo.
Embora tenha expressivo número de idosos (12,58,% da população), devido à elevada expectativa de vida, jovens compõem o cotidiano desse charmoso município.
Os doces artesanais também chamam a atenção de quem passa por essas bandas, bem como o número de confecções, jornais e madeireiras.
Com tantas qualidades, diversos casais optam por criar seus filhos neste recanto abençoado, que está sempre pronto a receber quem quiser trabalhar, morar, viver e sonhar.

Apelidos? Quem não tem? Em Tietê, são marca registrada


Os apelidos, muitas vezes, são marca registrada e mais conhecidos que o próprio nome, principalmente, em cidades do interior paulista. O município de Tietê não foge à regra. Há apelidos tão exóticos quanto cômicos.
Ei, Joaninha! Ao ouvir essa palavra, você poderia pensar em se tratar de alguma mulher chamada Joana. Porém, é apelido de homem. Mas não para por aí.
Em Tietê, dá para se montar um zoológico com os seguintes apelidos: Pinguim, Potranca, Tatu, Coruja, Mosca, Jacaré, Pardal, Sapo, entre outros.
Os estados brasileiros também estão bem representados, com apelidos como Paraná, Ceará, Paraíba, Bahia, Piauí...
E a horta? Na “cidade dos apelidos”, se planta Tomate, Cebola, Cenourinha e também se cria Frango, Curruíra, Galinha, Bode, Pato... Sem falar do corpo humano, representado por Cabeça, Perna e Mão.
Por aqui, tem gente que atende como Oi ou por Xexé, bem como por Índio, Coxinha e Fuzilo. Também tem a rua da Bidica, o comércio da Morena, a casa do Ferrugem e muitos outros.
Apesar de cômicos, os apelidos fazem parte da cultura local e mostram que a população do município trata os amigos e visitantes de maneira mais íntima, por mostrar carinho ou registrar algum fato.
Há quem diga que a origem dos apelidos é mais antiga que se imagina. Conta-se que, na Roma Antiga, eles já faziam sucesso, como, por exemplo, “Plínio, o moço” ou “Cipriano, o africano”.
Com culturas tão distintas, somou-se à indígena e à africana, sempre marcadas pela tradição e religiosidade. O que dizer da Umbigada? Uma dança afro-brasileira trazida pelos escravos. Por muito tempo, a cidade foi referência neste ritmo envolvente, que ganhou esse nome porque escravos usavam roupas curtas e ficavam de umbigos de fora.
Outro exemplo é a centenária Festa do Divino Espírito Santo, realizada em dezembro e que leva inúmeros moradores e visitantes às margens do Rio Tietê, enfeitadas com fitas coloridas e que balançam ao suave vento daquele mês.
Estar na “cidade dos apelidos” é como se viver em uma grande (e interessante) família. Cada um com sua personalidade, com seu nome e, principalmente, com seu apelido.

História


A história da cidade de Tietê teve início com os bandeirantes que desbravavam o interior paulista navegando pelo Rio Tietê na busca de riquezas.
Tudo começou na embocadura do Ribeirão do Pito Acesso (Ribeirão da Serra). Nesse local estava o ancoradouro das canoas que formavam as Monções com destino a Cuiabá, carregadas de ouro e pedras preciosas.
As primeiras habitações foram construídas à margem do rio, começando a se formar o vilarejo Pirapora do Curuçá.
O primeiro nome foi dado devido a uma pedra, existente até os dias de hoje. Ela localiza-se à margem esquerda do Rio Tietê, que os índios chamavam Curuçu-Guaçu, que em tupi significa cruz. Até os dias de hoje, há nela uma cruz entalhada, pouco apagada pela ação do tempo, e muitas lendas em torno da sua história.
Há registros de 1570, do padre José de Anchieta, sobre um naufrágio ocorrido entre Porto Feliz e Tietê. O relato indica a presença de colonizadores nessa região desde os primórdios do descobrimento do Brasil.
Durante as Monções, no final do século XVIII, Pirapora do Curuçá era considerado o mais importante porto de reabatecimento e descanso para os bandeirantes que partiam de Araritaguaba (Porto Feliz).
Em 1947, foi realizado o primeiro censo de Tietê. Constatou-se que na região que descia o rio numa distância de quatro léguas da matriz existiam cerca de cento e quarenta casas.
Em 3 de agosto de 1811, Pirapora do Curuçá foi elevada à condição de freguesia da Santíssima Trindade da Pirapora do Curuçá.
Em 8 de março de 1842, a freguesia elevou-se a município e passou a chamar Tietê.

Turismo

Festas Tradicionais

  • Festa de São Benedito
Uma das maiores festas populares religiosas (folclórica) do país, incluída no Calendário Turístico da Secretaria de Esportes e Turismo - Ocorre no último final de semana de setembro
  • Festa do Divino Espírito Santo
Festa popular religiosa, realizada no último sábado do ano, com tradicional encontro das canoas (batelões) da Irmandade do Divino, no Rio Tietê.
  • Dia de Marcelo Tupinambá - 30 de maio
  • Dia de Fred Jorge - 31 de maio
  • Semana Cornélio Pires e Zico Pires - última semana de agosto
  • Semana Camargo Guarnieri - última semana de outubro
  • Festa de Santa Teresinha - mês de outubro
  • Festas religiosas em bairros, em louvor a diversos santos

Atrações turísticas

A Praça Dr. Elias Garcia é uma das grandes paixões da cidade de Tietê. Por causa da beleza desse ponto de encontro, Tietê é conhecida como ‘Cidade Jardim’.
Os casarões históricos também são atrativos e fazem parte do patrimônio histórico municipal.
 
A cidade possui um belo parque. Localizado no bairro Sapopemba (zona rural), o Paque Ecológico Cornélio Pires fica às margens do Rio Tietê, com lagos para pesca esportiva, mata nativa e o Museu Cornélio Pires. O museu está aberto para visitação e foi instituído na casa onde nasceu o tieteense Cornélio Pires, pai da música sertaneja.

2010 município de Tietê - Resumo dos dados preliminares


Tietê apresenta uma população de 36.827 habitantes, em 11.271 domicílios ocupados (84%), 202 fechados (1,5%), 882 vagos (6,8%) e 1014 uso ocasional (7,6%), com isso o município apresenta uma Taxa de Ocupação de 85% (ocupado + fechado), considerada alta. Houve uma queda expressiva no percentual do número de vagos e um aumento em uso ocasional e na taxa de ocupação:
  • Censo demográfico 2000 (vagos) – 11,9%
  • Censo demográfico 2010 (vagos) – 6,84%
  • Censo demográfico 2000 (uso ocasional) – 7,5%
  • Censo demográfico 2010 (uso ocasional) – 7,65%
  • Censo demográfico 2000 (ocupado + fechados) – 80%
  • Censo demográfico 2010 (ocupados + fechados) – 85%
A taxa de crescimento anual do município aumentou de 1,06 para 1,22 e a urbanização, ou seja, número de moradores da área urbana decaiu de 92% para 91%.
Há mais mulheres do que homens, mantendo a expectativa, e a média de moradores por domicílio decaiu de 3,28 para 3,22, fato que está ocorrendo em muitos municípios em todo país.
A população total comparada aos anos anteriores apresenta crescimento:
  • Censo Demográfico 1991 – 26.446
  • Censo Demográfico 2000 – 31.710
  • Censo Demográfico 2010 – 36.827
Aparece nos quadros fixados pela Lei Estadual nº 2456, de 30-XII-1953 para vigorar, respectivamente, nos períodos 1949-1953 e 1954-1958, composto dos Distritos de Tietê e Jumirim.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 01-VII-1960. Lei Estadual nº 9330, 27 de dezembro de 1995, desmembra do Município de Tietê o Distrito Jumirim.
Em divisão territorial datada de 15-07-1997, o Município de Tietê é constituído do Distrito Sede.
Fonte: IBGE Agência Tietê

Rio Tietê: história & desenvolvimento


Tietê/SP
Salesópolis/SP

O rio Tietê nasce a 840 metros de altitude, na cidade de Salesópolis (estado de São Paulo), situada na região da Serra do Mar. Atravessa o estado de São Paulo, na direção de leste a oeste. Ele deságua no rio Paraná, no município de Itapura (divisa entre São Paulo e Mato Grosso)
Informações
O rio Tietê possui 1.100 quilômetros de extensão e, em seu trajeto, banha 62 municípios paulistas. Faz parte de seis sub-bacias hidrográficas (Alto Tietê - na Região Metropolitana de São Paulo); Piracicaba; Sorocaba/Médio Tietê; Tietê/Jacaré; Tietê/Batalha e Baixo Tietê).
O potencial hidrelétrico do rio é bem utilizado na atualidade. No percurso, encontram-se instaladas diversas barragens. As principais barragens são: Edgard de Souza, Pirapora do Bom Jesus, Laras, Anhembi, Rasgão, Barra Bonita, Ibitinga, Três Irmãos e Promissão.
História e Poluição
Este rio teve uma grande importância na história do país. Foi rota para os bandeirantes, no século XVIII. Esses aventureiros, que ampliaram o território brasileiro, usavam o Tietê para chegar ao interior do estado de São Paulo, atingindo a região de Mato Grosso. Durante o percurso, os bandeirantes fundaram diversas cidades.
Nas épocas seguintes, foi muito utilizado para a navegação e até mesmo para a prática de esportes náuticos, principalmente, na região metropolitana de São Paulo. Foi a partir da década de 1950 que este quadro mudou. Com o crescimento populacional e industrial desordenado da cidade de São Paulo, o rio passou a receber o esgoto doméstico e industrial no trecho da cidade, deixando suas águas poluídas e contaminadas.
A partir da década de 1990, após forte mobilização popular, o governo do estado de São Paulo deu início ao projeto Tietê Vivo. O projeto, ainda em execução, tem apresentado resultados. A poluição das águas do rio já apresenta alguma diminuição. Parte do esgoto tem recebido tratamento. São Paulo e os ribeirinhos esperam que o importante rio recupere as boas condições de suas águas e retome a beleza que um dia serviu de inspiração para a população e ‘estrada’ para o desenvolvimento do Estado.
Fonte: www.suapesquisa.com/pesquisa/rio_tiete.htm

Localização

Geografia


O município de Tietê situa-se no médio baixo curso do rio Tietê, numa região fisiográfica chamada Depressão Periférica do estado de São Paulo, com área de 396 km².
  • Clima – tropical de altitude com duas estações distintas - verão chuvoso e inverno seco;
  • Temperaturas -médias anuais oscilando entre 20º a 25°C;
  • Pluviosidade média - 1.293 mm. aproximadamente;
Zona urbana compreende uma superfície de 50 km² e a zona rural 346 km².
O município está inserido na Região Administrativa e de Governo de Sorocaba;
 
Rodovias
  • SP-113 - Rodovia Doutor João José Rodrigues
  • SP-127 - Rodovia Antônio Romano Schincariol
  • SP-127 - Rodovia Cornélio Pires
  • SP-300 - Rodovia Marechal Rondon
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Tietê
 

Google Maps
 

Localização de Tietê em São Paulo
 

Localização de Tietê no Brasil
 
23° 06' 07" S 47° 42' 54" O23° 06' 07" S 47° 42' 54" O
Unidade federativa  São Paulo
Mesorregião  Piracicaba IBGE/ 2008
Microrregião  Piracicaba IBGE/ 2008
Municípios limítrofes  Piracicaba, Saltinho, Rio das Pedras, Cerquilho, Boituva, Rafard, Porto Feliz, Mombuca, Jumirim e Laranjal Paulista
Distância até a capital  121 km
Características geográficas
Área  392,509 km²
População  36 827 hab. (SP: 166º) – Censo IBGE/ 2010
Densidade  93,82 hab./km²
Altitude  508 m
Clima  tropical de altitude Cfb
Fuso horário  UTC−3
Indica dores
IDH  0,81 elevado PNUD/ 2000
PIB  R$ 788 344,427 mil IBGE/ 2008
PIB per capita  R$ 22 007,88 IBGE/ 2008

Formação Administrativa


O brasão


Distrito criado com a denominação de Santíssima Trindade de Pirapora, por Alvará de 03 de agosto de 1811, no Município de Porto Feliz.
Elevado à categoria de Município com a denominação de Pirapora de Curuçá por lei provincial nº 24, de 08 de março de 1842, desmembrado de Porto Feliz com sede no povoado de Pirapora do Curuçá . Sua instalação verificou-se no dia 07 de janeiro de 1845.
Cidade com a denominação de Tietê por lei provincial nº 33, de 19 de julho de 1867.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o Município de Tietê se compõe de 3 Distritos: Tietê, Laranjal e Conchas.
Lei Estadual nº 1513, de 04 de dezembro de 1916, desmembra do Município de Tietê o Distrito de Conchas. Lei Estadual nº 1555, de 08 de outubro de 1917, desmembra do Município de Tietê o Distrito de Laranjal. Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o Município de Tietê figura igualmente com 3 Distritos: Tietê, Cerquilho e Laras.
Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, bem como no quadro anexo ao Decreto-lei Estadual nº 9073, de 31 de março de 1938, o Município de Tietê compreende o único termo judiciário da comarca de Tietê e permanece com 3 Distritos: Tietê, Cerquilho e Lavras, sendo que em 1938, o último Distrito citado, denomina-se Laras (ex-Lavras).
Decreto-lei Estadual nº 9775, de 30 de novembro de 1938, desmembra do Município de Tietê o Distrito de Laras (Ex-Lavras). Indo seu território incorporar ao Município de Laranjal.
Decreto nº 10069, de 24 de março de 1939, cria o Distrito de Jumirim e incorpora ao Município de Tietê.
Em 1939-1943 o Município de Tietê é composto de 3 Distritos: Tietê, Jumirim e Cerquilho e é termo da comarca de Tietê, formada de 1 único termo, Tietê, termo formado por 3 Municípios: Tietê, Conchas e Laranjal.
Em virtude do Decreto-lei Estadual nº 14334, de 30 de novembro de 1944, que fixou o quadro territorial para vigorar em 1945-1948, o Município de Tietê ficou composto dos Distritos de Tietê, Cerquilho e Jumirim, e constitui o único termo judiciário da comarca de Tietê, a qual é formada pelos Municípios de Tietê e Laranjal Paulista.
Lei Estadual nº 233, de 24 de dezembro de 1948, desmembra do Município de Tietê o Distrito do Cerquilho.
Fonte: IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

A Bandeira de Tietê


Criada pela Lei nº.2 1.717/86 de 10/4/86
Descrição Heráldica:
Artigo 4.2 - A Bandeira do município de Tietê, idealizada por Maria do Rosário Diz, vencedora do Concurso promovido pela Prefeitura Municipal, com as alterações introduzidas pela Comissão Julgadora do referido Concurso, assim se descreve: azul, sinistrada de branco e brocante sobre o traço, uma anhuma em vôo abatido, encimando três faixetas endentadas, tudo de uma a outra.
Interpretação da autora:
Mantendo o símbolo do escudo, a anhuma com as asas abertas e com a cabeça voltada para a direita simboliza o espírito acolhedor do tieteense para com todos os que se dirigem à sua cidade, sem distinção de raça ou credo. Abaixo, o rio que dá sentido à sua existência, berço e tradição de um povo que luta e enobrece a raça humana, povo pacífico, ordeiro e trabalhador.


PARCEIROS
Serviços
Venda
Aluguel








Rua Tenente Gelás, 888 • Centro | Tietê   15 3285.9300